Põe na bocetinha, vai... coloca lá, que aí já está doendo! – Ela gritava e rebolava enquanto o outro comia a companheira de quarto.
Tudo começou sem muita expectativa. Estavam as duas em um boteco em Santa Tereza. Sozinhas. Moravam em uma republica ali por perto. Dividiam o mesmo apartamento há mais de ano. Recatadas, vindo da mesma cidade do interior, se aventuravam de quando em vez em algumas saídas durante a noite.
Assentadas na calçada, escutavam uma bela voz e um violão. Já passavam do quinto chope, quando ele apareceu. Com gracejos e piadinhas infames, foi conquistando as moçoilas. Aos poucos. E não precisou chegarem ao oitavo chope para que ele conseguisse arrastá-las para um motel na região.
Tudo muito rápido, pois o gaiato sabia que se demorassem muito a chegar em um quarto, elas desistiriam. Já observava as duas desde quando elas chegaram ao bar. Da rua Mármore até a Avenida do Contorno era um pulo. Parou o carro no estacionamento e foi subindo o escadão com as duas. Elas retraídas, nunca haviam topado algo desta maneira. Mas a desculpa do momento era o álcool. Porta trancada, um rádio ligado, assentadas na cama, ele na cadeira. Sorriso sem graça, das duas, sem saberem o que fazer.
Não tendo nem um pouco de timidez, abriu a calça e apresentou o membro a elas. Pediu que deixassem de serem “maleducadas”. “Quem vai dar um beijinho no meu pau?”. Pronto... acabou a timidez. Eram duas bocas sorvendo ferozmente aquela vara. Depois de alguns minutos de dupla chupação, levantou-se, mandou que as duas tirassem as roupas.
Enquanto sugava todo o mel da buceta de uma, a outra cavalgava em seu cacete. Trocaram várias vezes. Uma gozava, já trocavam a posição. E o gaiato lá, aproveitando a situação. Depois de várias trocas, ordenou que as duas ficassem de quatro, uma de frente para a outra, em cima da cama. A altura da cama era boa, propicia a penetrá-las de quatro.
Afastou-se da cama e ficou vendo aquele quadro. Duas moças, lindas e gostosas, uma de frente para outra. O beijo entre as duas já acontecia fácil, e ele, de pau duro, ficava observando a cena. Caminhou até a mais gostosa, abriu-lhe a bunda, deu uma única e volumosa cusparada no cuzinho da danada, que soltou um gemido, e enfiou tudo de uma vez só. Sem dó. E, para sua surpresa, o bicho entrou liso. Sem barreiras. E ela, sem perder tempo, ordenou a outra que lhe servisse a boceta enquanto levava as pistoladas no cu. As duas gozaram! Uma pelo cu e a outra pela boceta. Trocaram novamente.
A mais magrinha, agora, ofereceu o rabo ao gatuno. Via-se claramente o temor em seus olhos. O anelzinho rosado demonstrava claramente o sinal da virgindade. Com aquela visão o pau ficou mais grosso. A sensação de arrombar um cu pela primeira vez lhe dava mais tesão. Começou a sorver o rabo, passou a língua várias vezes no anelzinho massageando. Enquanto isto a menina gemia de tesão, a boceta escorria o gozo, e a outra mamava no cacete do garotão. Tudo pronto. Ele com o mastro na mão, a amiga a separar as nádegas abrindo passagem para o cacete e ela de olhos fechados, esperando o arrombamento.
Meteu sem dó!, ela urrava de dor e prazer, rebolava desesperadamente com o intuito de aumentar o tesão e se livrar da pistola. O sangue escorria no rabo, e ele, sem pena alguma, continuava mesmo depois de gozar. Ela não suportava mais e gritou que ia desmaiar. A amiga vendo aquilo tudo foi ao seu socorro: “Põe na bocetinha, vai... coloca lá, que aí já está doendo!”
Poeticamente comida
Ela chegou chutando a porta. Exigia uma trepada.
- Mas como assim? Perguntou ele assustado com a tal exigência. As explicações foram cansativas. Ele, sem muito argumento, acabou aceitando.
E lá se foram. Nus para o quarto no fim do corredor. Ela sorrindo. Ele sem saber ao certo o que dizer. Afinal, ela só queria meter. Mas meter de forma diferente, como ela mesma disse, poeticamente.
- É assim mesmo que você vai querer? – indagou.
- Exatamente deste jeito! – respondeu.
- Você quer o poeta? Então me mostra esta buceta aberta.
E ela começou a abrir as pernas e a mostrar a vulva totalmente escangalhada.
- Agora vem aqui... vem chupar, porque preciso de inspiração para rimar.
Ela num movimento rápido engoliu todo o seu cacete e começou a chupá-lo. Ele ficava delirando com a chupada mais gostosa de sua vida.
- Isso, sua vadia, chupa sem parar, dessa maneira que eu vou te amar.
Ela sorvia com mais força.
- Não para de chupar, que logo vou gozar.
Dá um tapa no rosto da mulher e a coloca de quatro pra ele.
- Vai safada, abre sua bunda, numa única pistolada, vou rasgar sua bunda!
Ela força as nádegas para o lado, e ele num único movimento meteu o pinto para dentro. Um urro enorme foi escutado na casa. E ele sem dó rasgou o cu da menina. Depois de algum tempo de rimas pobres e podres, fluídos expelidos e orgasmos gratuitos, deitaram na cama e começaram a rir.
- Sabia que você é um péssimo poeta? – ela pergunta com grande sorriso estampado no rosto.
- Eu nunca prometi nada maravilhoso, mas fiz o que dava. Afinal vendo você nua perco toda a estribeira – retrucou.
Depois de um beijo longo e sereno, dormiram o sono dos anjos.
- Mas como assim? Perguntou ele assustado com a tal exigência. As explicações foram cansativas. Ele, sem muito argumento, acabou aceitando.
E lá se foram. Nus para o quarto no fim do corredor. Ela sorrindo. Ele sem saber ao certo o que dizer. Afinal, ela só queria meter. Mas meter de forma diferente, como ela mesma disse, poeticamente.
- É assim mesmo que você vai querer? – indagou.
- Exatamente deste jeito! – respondeu.
- Você quer o poeta? Então me mostra esta buceta aberta.
E ela começou a abrir as pernas e a mostrar a vulva totalmente escangalhada.
- Agora vem aqui... vem chupar, porque preciso de inspiração para rimar.
Ela num movimento rápido engoliu todo o seu cacete e começou a chupá-lo. Ele ficava delirando com a chupada mais gostosa de sua vida.
- Isso, sua vadia, chupa sem parar, dessa maneira que eu vou te amar.
Ela sorvia com mais força.
- Não para de chupar, que logo vou gozar.
Dá um tapa no rosto da mulher e a coloca de quatro pra ele.
- Vai safada, abre sua bunda, numa única pistolada, vou rasgar sua bunda!
Ela força as nádegas para o lado, e ele num único movimento meteu o pinto para dentro. Um urro enorme foi escutado na casa. E ele sem dó rasgou o cu da menina. Depois de algum tempo de rimas pobres e podres, fluídos expelidos e orgasmos gratuitos, deitaram na cama e começaram a rir.
- Sabia que você é um péssimo poeta? – ela pergunta com grande sorriso estampado no rosto.
- Eu nunca prometi nada maravilhoso, mas fiz o que dava. Afinal vendo você nua perco toda a estribeira – retrucou.
Depois de um beijo longo e sereno, dormiram o sono dos anjos.
Vida triste era a dele
Ela realmente abusava. Ele até que aceitava aquilo tudo na maior naturalidade.
No início era tranqüilo. Aquele sexozinho saboroso, maior romântico. Mas com o tempo as coisas foram esquentando. Os carinhos viraram tapas, os beijos mordidas profundas, o sexozinho gostoso numa intensa e gostosa, e porque não uma dolorosa trepada.
Ela realmente abusava dele.
A primeira vez que tudo aconteceu, o obrigou a lamber-lhe a buceta toda peluda e suja da urina que acabará de expelir. Na segunda vez o obrigou a penetrar os quatro dedos em sua xana, ainda apertada, enquanto ela sugava seu membro até levá-lo ao tão extasiante gozo. Outra vez ofereceu-lhe o cuzinho e ele foi obrigado mais uma vez a dar-lhe o prazer que ela tanto queria. Arrombou-lhe a porta do fundo ainda lacrada.
Vida triste era a dele.
No início era tranqüilo. Aquele sexozinho saboroso, maior romântico. Mas com o tempo as coisas foram esquentando. Os carinhos viraram tapas, os beijos mordidas profundas, o sexozinho gostoso numa intensa e gostosa, e porque não uma dolorosa trepada.
Ela realmente abusava dele.
A primeira vez que tudo aconteceu, o obrigou a lamber-lhe a buceta toda peluda e suja da urina que acabará de expelir. Na segunda vez o obrigou a penetrar os quatro dedos em sua xana, ainda apertada, enquanto ela sugava seu membro até levá-lo ao tão extasiante gozo. Outra vez ofereceu-lhe o cuzinho e ele foi obrigado mais uma vez a dar-lhe o prazer que ela tanto queria. Arrombou-lhe a porta do fundo ainda lacrada.
Vida triste era a dele.
Viúva negra
Confesso! Sou louco pelo teu corpo. Apaixonado pelos seus seios. Perdido pela promiscuidade da sua buceta. Amo me emaranhar entre suas pernas. Sonho em ser imobilizado pelos seus braços e ficar ao menos duas horas entre eles defronte aos teus lábios, e assim, morrer de asfixia durante um longo e delicioso beijo. Que seja o beijo da morte, mas pra mim, ele traz vida.
Durante este beijo meu mastro irá finalmente alcançar seu corpo. E num roçar louco e frenético o ápice do meu tão egoísta tesão chegará. Lambuzarei-te com o meu último caldo. E você ficará marcada para sempre. Sempre que olhares para teu corpo lembrará-se de mim.
No último momento de vida lembrarei á você: “Diga que já não me quer, Negue que me pertenceu, Que eu mostro a boca molhada, E ainda marcada, Pelo beijo seu”
O beijo. A marca. A morte.
Durante este beijo meu mastro irá finalmente alcançar seu corpo. E num roçar louco e frenético o ápice do meu tão egoísta tesão chegará. Lambuzarei-te com o meu último caldo. E você ficará marcada para sempre. Sempre que olhares para teu corpo lembrará-se de mim.
No último momento de vida lembrarei á você: “Diga que já não me quer, Negue que me pertenceu, Que eu mostro a boca molhada, E ainda marcada, Pelo beijo seu”
O beijo. A marca. A morte.
Insônia
Nua, completamente nua. Defronte ao espelho, ela se alisava. A cada curvinha do corpo passava as mãos com enorme prazer. Viu o grelo sumindo para dentro dos grandes lábios. Ficou mais excitada ainda, era o sinal que o tesão já estava presente na sua bocetinha. Correu imediatamente o dedinho “fura-bolo” para o triângulo da felicidade e começou a massageá-lo.
Os olhos fixos no espelho, o dedo fixo na diversão, o caldo escorrendo entre as pernas. Minutos de intenso tesão.
Já toda preparada e molhada, caminhou para a cama. Abriu bem as pernas e começou a penetrar a mão dentro da gruta umedecida. Enfiava e tirava a mão em um ritmo alucinado. Quanto mais excitação, maior era o ritmo. Gritos, urros, berros eram ouvidos pelo quarto adentro.
Finalmente um silêncio total e absurdo. O gozo jorrou junto com o último grito. A mão agora estava na boca, e ela lambendo o seu prazer com o maior prazer do mundo. A adrenalina foi baixando e finalmente ela conseguiu dormir.
Os olhos fixos no espelho, o dedo fixo na diversão, o caldo escorrendo entre as pernas. Minutos de intenso tesão.
Já toda preparada e molhada, caminhou para a cama. Abriu bem as pernas e começou a penetrar a mão dentro da gruta umedecida. Enfiava e tirava a mão em um ritmo alucinado. Quanto mais excitação, maior era o ritmo. Gritos, urros, berros eram ouvidos pelo quarto adentro.
Finalmente um silêncio total e absurdo. O gozo jorrou junto com o último grito. A mão agora estava na boca, e ela lambendo o seu prazer com o maior prazer do mundo. A adrenalina foi baixando e finalmente ela conseguiu dormir.
Sexo do mês
Dia de pagamento – Pensa o nobre rapaz dentro do balaio a caminho do trampo. Tantos planos, tantas contas, tantas coisas pra pagar que fica pensando se irá sobrar algum para gastar no baixo meretriz da capital.
Poxa, bem que mereço! Tem mais de duas semanas que não tiro umazinha – Vai seguindo pela rua rumo ao local da labuta. Pensa na última menina que o saciou. Loira, dos olhos pretos, pernas grossas, seios pequenos e um bunda bem grande. A benga se excita dentro da calça e ele passa a sua mão para dentro do bolso massageando a danada.
Durante o almoço, o papo era único no meio do pessoal: Quem iria à zona? Ele nem disfarça a vontade de comparecer ao santuário do pecado. Todo o quinto dia útil do mês ele aparecia e celebrava o rito a promiscuidade. Lembrou novamente de outra que o saciou. Uma morena falsa magra. Daquelas que de roupa você não dá nada, mas quando tira roupa é aquele monumento. E a bunda? Que bunda! Pensava enquanto escovava os dentes. E mais uma vez o cacete se mostra rebelde. Fica teso. E ele fica pensando no fim do expediente. Agora era quase certa sua ida ao puteiro.
Fim de expediente, envelope no bolso, caminho da Guaicurus. Tudo perfeito para nosso herói. Chega, sobe o escadão, para de porta em porta, escolhe uma japonesa com sotaque nordestino e pele negra. Ela abre a perna, ele desce a calça, com o cacete já duro começa a subir na menina. Gemidos e juras de amor são ditos em japonês com sotaque do Ceará. Ele goza em dez minutos, afinal é o tempo que seus dez reais podem pagar.
Levanta-se, veste a calça e vai embora satisfeito com o sexo do mês.
Poxa, bem que mereço! Tem mais de duas semanas que não tiro umazinha – Vai seguindo pela rua rumo ao local da labuta. Pensa na última menina que o saciou. Loira, dos olhos pretos, pernas grossas, seios pequenos e um bunda bem grande. A benga se excita dentro da calça e ele passa a sua mão para dentro do bolso massageando a danada.
Durante o almoço, o papo era único no meio do pessoal: Quem iria à zona? Ele nem disfarça a vontade de comparecer ao santuário do pecado. Todo o quinto dia útil do mês ele aparecia e celebrava o rito a promiscuidade. Lembrou novamente de outra que o saciou. Uma morena falsa magra. Daquelas que de roupa você não dá nada, mas quando tira roupa é aquele monumento. E a bunda? Que bunda! Pensava enquanto escovava os dentes. E mais uma vez o cacete se mostra rebelde. Fica teso. E ele fica pensando no fim do expediente. Agora era quase certa sua ida ao puteiro.
Fim de expediente, envelope no bolso, caminho da Guaicurus. Tudo perfeito para nosso herói. Chega, sobe o escadão, para de porta em porta, escolhe uma japonesa com sotaque nordestino e pele negra. Ela abre a perna, ele desce a calça, com o cacete já duro começa a subir na menina. Gemidos e juras de amor são ditos em japonês com sotaque do Ceará. Ele goza em dez minutos, afinal é o tempo que seus dez reais podem pagar.
Levanta-se, veste a calça e vai embora satisfeito com o sexo do mês.
Grosso calibre
A pica grossa entra buceta adentro, e ela lá, nem reclamando. Só aproveitando o grosso calibre da benga que a estocava. Com o rosto escondido no travesseiro, fazia caras e bocas que qualquer homem gostaria de ver. Mas ela decidirá que nunca mais mostraria o prazer que estava sentindo no momento do coito. Sempre que inventava de dar, levantava a bunda grande e oferecia aquele belo trazeiro.
- No cuzinho não pode. A bucetinha você pode fuder à vontade – dizia sempre ao amante daquele momento.
Muitos não entendiam, já outros amavam ver aquele rabo enorme a sua inteira disposição.
A coisa era fácil, com qualquer cantada barata você tinha direito ao passaporte da alegria carnal. O rabo enorme a sua frente, a buceta ainda fechadinha, e o cuzinho ainda virgem. Fechadinho, mais tão fechadinho que dava até mais tesão em ficar vendo ele a piscar no momento do gozo.
- Vai cachorro, come meu rabinho... come... mete forte... cachorro!
A piroca entrando e ela lá rebolando e sentindo sua buceta dilatar. Em algum ponto o cuzinho começava a piscar. Era a senha... gozou.
- No cuzinho não pode. A bucetinha você pode fuder à vontade – dizia sempre ao amante daquele momento.
Muitos não entendiam, já outros amavam ver aquele rabo enorme a sua inteira disposição.
A coisa era fácil, com qualquer cantada barata você tinha direito ao passaporte da alegria carnal. O rabo enorme a sua frente, a buceta ainda fechadinha, e o cuzinho ainda virgem. Fechadinho, mais tão fechadinho que dava até mais tesão em ficar vendo ele a piscar no momento do gozo.
- Vai cachorro, come meu rabinho... come... mete forte... cachorro!
A piroca entrando e ela lá rebolando e sentindo sua buceta dilatar. Em algum ponto o cuzinho começava a piscar. Era a senha... gozou.
Visão dos infernos
Ela está ali, encostada no quarto do canto ou seria no canto do quarto? Não sei... da minha janela não dava para ter uma visão perfeita daquele quadro. Ali sozinha. Com a calcinha de renda na mão, o sutiã meia-taça a altura do abdômen e os cabelos loiros atrapalhados. Notei que em frente a casa havia estacionado o mesmo carro de todos os dias. Encostado nele um homem fumando o seu cigarro.
Entre ficar reparando um homem fumando e uma mulher nua, não pensei duas vezes. Voltei meus olhos ao quarto. Ela já havia se livrado das peças intimas e estava jogada à cama. Os cabelos continuavam esvoaçados. Com um instrumento transparente, ela de pernas abertas, esboçava sorrisos maliciosos. Minha benga respondeu no mesmo instante, no momento que meus olhos viram tal cena.
Sem fazer cerimônias ela penetrava aquele artefato do prazer em sua buceta. Fazia o danado entrar até o talo. E quanto mais fundo ele chegava maior era o sorriso. Quanto o maior o sorriso, enorme era o meu tesão.
Fiquei ali espiando com a esperança de a loira louca me enxergar pela janela e chamar-me para completar o serviço. Agora ela além de brincar com a benga de cristal, ficava alisando os seios com a outra mão. E eu ali, olhando aquilo tudo com a boca cheia d’água.
Ouvi um barulho estrondoso. Parecia com o de um portão sendo fechado. Olhei novamente em direção à rua e notei que o homem já não estava mais ali. Onde será que foi o cidadão? Fiquei inquieto com o desaparecimento do sujeito.
Não perdi muito tempo com esta preocupação, voltei os olhos para a loira na cama.
Grande foi meu espanto quando voltei às atenções para o quarto da mulher. Ela de pernas abertas e aproveitando a pica do senhor fumante. Com a pica do rapaz toda em sua boca e enfiando freneticamente o consolo na sua vulva e ele ali... só fumando.
Visão dos infernos - pensei. Puto com a situação fechei a janela.
Entre ficar reparando um homem fumando e uma mulher nua, não pensei duas vezes. Voltei meus olhos ao quarto. Ela já havia se livrado das peças intimas e estava jogada à cama. Os cabelos continuavam esvoaçados. Com um instrumento transparente, ela de pernas abertas, esboçava sorrisos maliciosos. Minha benga respondeu no mesmo instante, no momento que meus olhos viram tal cena.
Sem fazer cerimônias ela penetrava aquele artefato do prazer em sua buceta. Fazia o danado entrar até o talo. E quanto mais fundo ele chegava maior era o sorriso. Quanto o maior o sorriso, enorme era o meu tesão.
Fiquei ali espiando com a esperança de a loira louca me enxergar pela janela e chamar-me para completar o serviço. Agora ela além de brincar com a benga de cristal, ficava alisando os seios com a outra mão. E eu ali, olhando aquilo tudo com a boca cheia d’água.
Ouvi um barulho estrondoso. Parecia com o de um portão sendo fechado. Olhei novamente em direção à rua e notei que o homem já não estava mais ali. Onde será que foi o cidadão? Fiquei inquieto com o desaparecimento do sujeito.
Não perdi muito tempo com esta preocupação, voltei os olhos para a loira na cama.
Grande foi meu espanto quando voltei às atenções para o quarto da mulher. Ela de pernas abertas e aproveitando a pica do senhor fumante. Com a pica do rapaz toda em sua boca e enfiando freneticamente o consolo na sua vulva e ele ali... só fumando.
Visão dos infernos - pensei. Puto com a situação fechei a janela.
A três
A cama rangeu uma vez, duas vezes, infinitas vezes. Eram três horas da manhã, e ele se retorcia na cama. O ranger continuava e entrava em sua cabeça o enlouquecendo. Havia no mínimo três semanas que ele não trepava. E a maldita cama do apartamento do andar de cima não parava de ranger.
Ao menos ainda não começou a gritaria – pensou. Pareceu ser telepatia, começou a gritaria! Ô beleza, agora sim a sinfonia estava completa: Cama rangendo, estocadas na parede, gente gemendo e para completar três semanas sem trepar.
Aqueles ganidos de prazer iam o embalando num tesão tão louco e inoportuno que o deixava cada vez mais puto. Sexo no andar de cima, ele na secura no andar debaixo. E os gemidos aumentavam em harmonia com as estocadas na parede.
A esta altura do campeonato o membro já estava içado. A mão a roçar o corpo cheio de insônia e prazer alheio. Uma boa e bela cusparada na ponta do mastro foi dada, preparando para mais uma noite de swing. Enquanto o vizinho do andar de cima trabalhava, ele freneticamente se masturbava. Pedia para que o companheiro não chegasse ao êxtase antes dele.
Gemidos, estocadas, camas rangendo, agora nos dois andares, trepada e punheta.
Três minutos de luxúria. Três pessoas lascívias, três semanas sem trepar, três horas da manhã, três gozos simultâneos.
Viraram para o lado e dormiram... três sonos tranqüilos.
Ao menos ainda não começou a gritaria – pensou. Pareceu ser telepatia, começou a gritaria! Ô beleza, agora sim a sinfonia estava completa: Cama rangendo, estocadas na parede, gente gemendo e para completar três semanas sem trepar.
Aqueles ganidos de prazer iam o embalando num tesão tão louco e inoportuno que o deixava cada vez mais puto. Sexo no andar de cima, ele na secura no andar debaixo. E os gemidos aumentavam em harmonia com as estocadas na parede.
A esta altura do campeonato o membro já estava içado. A mão a roçar o corpo cheio de insônia e prazer alheio. Uma boa e bela cusparada na ponta do mastro foi dada, preparando para mais uma noite de swing. Enquanto o vizinho do andar de cima trabalhava, ele freneticamente se masturbava. Pedia para que o companheiro não chegasse ao êxtase antes dele.
Gemidos, estocadas, camas rangendo, agora nos dois andares, trepada e punheta.
Três minutos de luxúria. Três pessoas lascívias, três semanas sem trepar, três horas da manhã, três gozos simultâneos.
Viraram para o lado e dormiram... três sonos tranqüilos.
Calor
Estava deitada, sentindo um calor danado. O namorado ao lado se acomoda mais uma vez entre seus seios. Um suspiro longo e forte é solto naquele momento. Não esperava que mais nada acontecesse, afinal, o calor era intenso.
Em segundos, senti seu seio sendo sorvido. Desvencilha o direito da boca da fera que tentava se alimentar. Em milissegundos começa ter a mesma sensação no esquerdo. Pressenti que aquilo não terminaria bem. Aos poucos já estava sem força para lutar contra a besta-fera que tentava devorá-la.
Sua calcinha acabava de ser arrancada e apenas se escutou um grito histérico. Em pouco tempo já tinha sido devorada.
Com o líquido escorrendo entre as pernas não havia força nem mesmo para reclamar do calor e o namorado continuava entre seus seios.
Em segundos, senti seu seio sendo sorvido. Desvencilha o direito da boca da fera que tentava se alimentar. Em milissegundos começa ter a mesma sensação no esquerdo. Pressenti que aquilo não terminaria bem. Aos poucos já estava sem força para lutar contra a besta-fera que tentava devorá-la.
Sua calcinha acabava de ser arrancada e apenas se escutou um grito histérico. Em pouco tempo já tinha sido devorada.
Com o líquido escorrendo entre as pernas não havia força nem mesmo para reclamar do calor e o namorado continuava entre seus seios.
Tesão
A maior responsável pelo meu tesão é você. Quando fico ao teu lado sinto meu sexo nascer.
sempre é assim...
Lembra no supermercado? Foi chegar do teu lado que fui logo ficando excitado.
Ás vezes eu fico pensando... será que sou tarado?
Não sei... mas estar ao seu lado... ai jesuis... do nada fico louco!
E pecado? Será que é? Mas pecado desejar o ser amado?, só se fosse brincadeira do diabo.
Mas é assim, te vejo, sinto o sacolejo dentro da calça, o coração bombeia mais forte, o volume aumenta... e o resto já dá pra imaginar...
Cueca pra um lado, calcinha pro outro, sutiã pendurado na cabeceira da cama, suor escorrendo, pessoas gemendo e desejo saciado.
Orgasmos únicos e fortes. Tesão vivido e sentido.
Mas é só olhar pra você outra vez, que tudo reinicia.
sempre é assim...
Lembra no supermercado? Foi chegar do teu lado que fui logo ficando excitado.
Ás vezes eu fico pensando... será que sou tarado?
Não sei... mas estar ao seu lado... ai jesuis... do nada fico louco!
E pecado? Será que é? Mas pecado desejar o ser amado?, só se fosse brincadeira do diabo.
Mas é assim, te vejo, sinto o sacolejo dentro da calça, o coração bombeia mais forte, o volume aumenta... e o resto já dá pra imaginar...
Cueca pra um lado, calcinha pro outro, sutiã pendurado na cabeceira da cama, suor escorrendo, pessoas gemendo e desejo saciado.
Orgasmos únicos e fortes. Tesão vivido e sentido.
Mas é só olhar pra você outra vez, que tudo reinicia.
Completamente nu
Nu, completamente nu.
Ele a esperava deitado na cama enquanto ela se depilava.
Pensativo, olhava a silhueta da mulher que abaixava e subia trazendo em suas mãos a gilete roçando as pernas.
O cansaço do dia pregava cada vez mais em seu corpo. A demência do wisky dava-lhe certa felicidade. A silhueta da mulher que a esta altura do campeonato já estava depilando o triângulo da felicidade trazia certa excitação.
Mas o cansaço cobrava o preço. O sono rondava. A felicidade era oferecida e ele demente pelo álcool do wisky só sentia a vontade de flutuar.
Nua, completamente nua.
Ela o esperava acordar para que finalmente ele pudesse apreciar o trabalho bem feito.
Ele a esperava deitado na cama enquanto ela se depilava.
Pensativo, olhava a silhueta da mulher que abaixava e subia trazendo em suas mãos a gilete roçando as pernas.
O cansaço do dia pregava cada vez mais em seu corpo. A demência do wisky dava-lhe certa felicidade. A silhueta da mulher que a esta altura do campeonato já estava depilando o triângulo da felicidade trazia certa excitação.
Mas o cansaço cobrava o preço. O sono rondava. A felicidade era oferecida e ele demente pelo álcool do wisky só sentia a vontade de flutuar.
Nua, completamente nua.
Ela o esperava acordar para que finalmente ele pudesse apreciar o trabalho bem feito.
Conquistado
No meio daquilo tudo finalmente enxerguei.
Ele estava lá, exatamente do jeito que Tom Zé um dia o demonstrou para o mundo.
Diria que estava mais apetitoso do que nunca.
Robusto, indecente, intransitável.
Não me dei por abatido!, com toda a paciência que somente um monge tibetano possui, comecei a sorvê-lo.
Lentamente, abusivamente.
Surpreendentemente ele foi se abrindo e demonstrando que era tão meu quanto sua colega de quarto. Não me deixei levar por aquela demonstração de submissão, continuei a tratá-lo com todo o carinho que tal pedra preciosa merecia.
Depois de ter degustado por horas infinitas, enfim fui convidado a conhecê-lo mais de perto. Uma visita íntima, poucos e poucas já o visitaram.
Romper aquela fronteira foi algo inimaginável! Uma sensação tão única e inexplicável. O prazer foi se tornando tão louco e excêntrico. Finalmente fui dominado, excedi o que até então era permitido.
Morri!, me acabei em seu território. De conquistador fui subjugado a conquistado.
Ele estava lá, exatamente do jeito que Tom Zé um dia o demonstrou para o mundo.
Diria que estava mais apetitoso do que nunca.
Robusto, indecente, intransitável.
Não me dei por abatido!, com toda a paciência que somente um monge tibetano possui, comecei a sorvê-lo.
Lentamente, abusivamente.
Surpreendentemente ele foi se abrindo e demonstrando que era tão meu quanto sua colega de quarto. Não me deixei levar por aquela demonstração de submissão, continuei a tratá-lo com todo o carinho que tal pedra preciosa merecia.
Depois de ter degustado por horas infinitas, enfim fui convidado a conhecê-lo mais de perto. Uma visita íntima, poucos e poucas já o visitaram.
Romper aquela fronteira foi algo inimaginável! Uma sensação tão única e inexplicável. O prazer foi se tornando tão louco e excêntrico. Finalmente fui dominado, excedi o que até então era permitido.
Morri!, me acabei em seu território. De conquistador fui subjugado a conquistado.
Loucuras
Dificilmente tentaria aquilo novamente.
A dor foi intensa e insana. Nem compensou o prazer louco que sentiu naquele exato momento. Estava suja, se sentia suja, desde a alma até o corpo.
O asco veio subindo devagar, e com a ânsia sentiu-se um pouco limpa.
O corpo doído, o sexo fragilizado, a dor da dor.
Dificilmente tentaria aquilo novamente.
A dor foi intensa e insana. Nem compensou o prazer louco que sentiu naquele exato momento. Estava suja, se sentia suja, desde a alma até o corpo.
O asco veio subindo devagar, e com a ânsia sentiu-se um pouco limpa.
O corpo doído, o sexo fragilizado, a dor da dor.
Dificilmente tentaria aquilo novamente.
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