Aline acordou excitada. A calcinha estava toda molhada com o sonho que teve.
O sorriso lhe ganhava a face e o cheiro de tesão infestava todo o quarto.
Desde que o namorado viajou a serviço ela não colocava em prática todas as teorias aprendidas lendo suas revistas femininas.
E nas últimas semanas aprendeu cada coisa com a coluna "Esquentando a relação".
O sexo vinha à cabeça com tanta facilidade que não estava conseguindo esperar o namorado para saciar-lhe o desejo carnal que a consumia.
Com dedo e língua se acabou naquela manhã.
Com ela é bom
A punheta sempre me fascinou. Amo bronhar uma... O sexo é meu e de mais ninguém.
Mas tudo isto até conhecer ela...
Ela sabe fazer direitinho... pega de uma maneira só dela, singular.
Deixo-o em suas mãos, me esqueço de onde estou e até mesmo para onde vou.
Gozo o gozo dos Deuses...
Mas tudo isto até conhecer ela...
Ela sabe fazer direitinho... pega de uma maneira só dela, singular.
Deixo-o em suas mãos, me esqueço de onde estou e até mesmo para onde vou.
Gozo o gozo dos Deuses...
Uma noite de fim
Era a noite mais molhada do ano. Para todos os lados que eu olhava, via água caindo.
Havia marcado de encontrar com ela na região da PUC. "21h esteja lá", ela disse com certo peso na voz, o mesmo tom que despediu de mim no domingo anterior. E eu atónito com aquilo tudo fiquei emudecido.
Em meu peito as emoções se confundiam, não sabia ser era felicidade por revê-la ou medo do que poderia acontecer. Mas tinha que ir lá, conversar, por os pingos nos is.
Cheguei, a vi, sorri, chorei, conversei, partimos para lados opostos. Lembro-me ainda do teu sorriso ao me abraçar pela ultima vez. Será que é a ultima vez?
E a chuva continuava a cair em todos os lados. Um relâmpago traçou o céu de baixo pra cima, algo terrível como aquela noite.
Foi assim. Chuva, lados opostos, vozes e algozes.
Foi assim...
Havia marcado de encontrar com ela na região da PUC. "21h esteja lá", ela disse com certo peso na voz, o mesmo tom que despediu de mim no domingo anterior. E eu atónito com aquilo tudo fiquei emudecido.
Em meu peito as emoções se confundiam, não sabia ser era felicidade por revê-la ou medo do que poderia acontecer. Mas tinha que ir lá, conversar, por os pingos nos is.
Cheguei, a vi, sorri, chorei, conversei, partimos para lados opostos. Lembro-me ainda do teu sorriso ao me abraçar pela ultima vez. Será que é a ultima vez?
E a chuva continuava a cair em todos os lados. Um relâmpago traçou o céu de baixo pra cima, algo terrível como aquela noite.
Foi assim. Chuva, lados opostos, vozes e algozes.
Foi assim...
A dona de tudo
Ela entrou pela porta e já foi falando:
- Quem foi que fez isto?
Levantou o pano de prato todo sujo e olhando para nós dois. Eu tinha certeza que não tinha sido eu, mas a pobre Marcia não podia responder.
Ficou olhando pro pano com uma vontade danada de pular e estraçalhar aquela maldita prova de sua peraltice.
Olhei para ela e já fui retrucando:
- Olha, não fui eu. Mas se quiser posso comprar um novo pra não ter discussão. Pode ser?
Há muito tempo havia definido que não brigaria com mais ninguém, mesmo sendo com a minha faxineira.
Sabia que Marcia tinha feito aquilo e por nada deste mundo deixaria minha princesinha indefesa.
- Lógico que não, você sabe muito bem quem fez isto.
- É eu sei. Mas não vou fazer nada a respeito.
- Como não?
- Onde estava o pano?
- No chão!
- E antes?
- Pendurado na porta da cozinha.
- Você sabe que ela não pode ver nada pendurado, que ela pega mesmo.
- Sei, mas você tem que dar um jeito nela.
- Já dei, ela nem faz mais xixi dentro de casa e olha o tapete.
- É notei que ele voltou pra sala.
- Está vendo como ela tem melhorado?
- Mas e meu pano?
- Já te disse, se quiser compro outro.
- Não, pode deixar. Eu irei lavá-lo.
- Você é quem manda.
Voltou para cozinha nos deixando a sós na sala.
Olhei para Marcia e ela olhou pra mim... Não pensou nem uma vez antes de vir com suas brincadeiras perigosas.
- Quem foi que fez isto?
Levantou o pano de prato todo sujo e olhando para nós dois. Eu tinha certeza que não tinha sido eu, mas a pobre Marcia não podia responder.
Ficou olhando pro pano com uma vontade danada de pular e estraçalhar aquela maldita prova de sua peraltice.
Olhei para ela e já fui retrucando:
- Olha, não fui eu. Mas se quiser posso comprar um novo pra não ter discussão. Pode ser?
Há muito tempo havia definido que não brigaria com mais ninguém, mesmo sendo com a minha faxineira.
Sabia que Marcia tinha feito aquilo e por nada deste mundo deixaria minha princesinha indefesa.
- Lógico que não, você sabe muito bem quem fez isto.
- É eu sei. Mas não vou fazer nada a respeito.
- Como não?
- Onde estava o pano?
- No chão!
- E antes?
- Pendurado na porta da cozinha.
- Você sabe que ela não pode ver nada pendurado, que ela pega mesmo.
- Sei, mas você tem que dar um jeito nela.
- Já dei, ela nem faz mais xixi dentro de casa e olha o tapete.
- É notei que ele voltou pra sala.
- Está vendo como ela tem melhorado?
- Mas e meu pano?
- Já te disse, se quiser compro outro.
- Não, pode deixar. Eu irei lavá-lo.
- Você é quem manda.
Voltou para cozinha nos deixando a sós na sala.
Olhei para Marcia e ela olhou pra mim... Não pensou nem uma vez antes de vir com suas brincadeiras perigosas.
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