Põe na bocetinha, vai... coloca lá, que aí já está doendo! – Ela gritava e rebolava enquanto o outro comia a companheira de quarto.
Tudo começou sem muita expectativa. Estavam as duas em um boteco em Santa Tereza. Sozinhas. Moravam em uma republica ali por perto. Dividiam o mesmo apartamento há mais de ano. Recatadas, vindo da mesma cidade do interior, se aventuravam de quando em vez em algumas saídas durante a noite.
Assentadas na calçada, escutavam uma bela voz e um violão. Já passavam do quinto chope, quando ele apareceu. Com gracejos e piadinhas infames, foi conquistando as moçoilas. Aos poucos. E não precisou chegarem ao oitavo chope para que ele conseguisse arrastá-las para um motel na região.
Tudo muito rápido, pois o gaiato sabia que se demorassem muito a chegar em um quarto, elas desistiriam. Já observava as duas desde quando elas chegaram ao bar. Da rua Mármore até a Avenida do Contorno era um pulo. Parou o carro no estacionamento e foi subindo o escadão com as duas. Elas retraídas, nunca haviam topado algo desta maneira. Mas a desculpa do momento era o álcool. Porta trancada, um rádio ligado, assentadas na cama, ele na cadeira. Sorriso sem graça, das duas, sem saberem o que fazer.
Não tendo nem um pouco de timidez, abriu a calça e apresentou o membro a elas. Pediu que deixassem de serem “maleducadas”. “Quem vai dar um beijinho no meu pau?”. Pronto... acabou a timidez. Eram duas bocas sorvendo ferozmente aquela vara. Depois de alguns minutos de dupla chupação, levantou-se, mandou que as duas tirassem as roupas.
Enquanto sugava todo o mel da buceta de uma, a outra cavalgava em seu cacete. Trocaram várias vezes. Uma gozava, já trocavam a posição. E o gaiato lá, aproveitando a situação. Depois de várias trocas, ordenou que as duas ficassem de quatro, uma de frente para a outra, em cima da cama. A altura da cama era boa, propicia a penetrá-las de quatro.
Afastou-se da cama e ficou vendo aquele quadro. Duas moças, lindas e gostosas, uma de frente para outra. O beijo entre as duas já acontecia fácil, e ele, de pau duro, ficava observando a cena. Caminhou até a mais gostosa, abriu-lhe a bunda, deu uma única e volumosa cusparada no cuzinho da danada, que soltou um gemido, e enfiou tudo de uma vez só. Sem dó. E, para sua surpresa, o bicho entrou liso. Sem barreiras. E ela, sem perder tempo, ordenou a outra que lhe servisse a boceta enquanto levava as pistoladas no cu. As duas gozaram! Uma pelo cu e a outra pela boceta. Trocaram novamente.
A mais magrinha, agora, ofereceu o rabo ao gatuno. Via-se claramente o temor em seus olhos. O anelzinho rosado demonstrava claramente o sinal da virgindade. Com aquela visão o pau ficou mais grosso. A sensação de arrombar um cu pela primeira vez lhe dava mais tesão. Começou a sorver o rabo, passou a língua várias vezes no anelzinho massageando. Enquanto isto a menina gemia de tesão, a boceta escorria o gozo, e a outra mamava no cacete do garotão. Tudo pronto. Ele com o mastro na mão, a amiga a separar as nádegas abrindo passagem para o cacete e ela de olhos fechados, esperando o arrombamento.
Meteu sem dó!, ela urrava de dor e prazer, rebolava desesperadamente com o intuito de aumentar o tesão e se livrar da pistola. O sangue escorria no rabo, e ele, sem pena alguma, continuava mesmo depois de gozar. Ela não suportava mais e gritou que ia desmaiar. A amiga vendo aquilo tudo foi ao seu socorro: “Põe na bocetinha, vai... coloca lá, que aí já está doendo!”
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