Vai, vai , toca, isso... devagarzinho, isso... NÃO!, não
aperta, devagar, toca, toca... devagar, encosta, isso, com calma, com calma,
isso, isso, sente, sente, está sentindo!? Isso, olhe, está molhado? É!? Toca...
devagarzinho, devagarzinho, toca, toca, isso, pega mais, com calma, calma, MEU
DEUS,CALMA, PARA, devagar, calma, devagarzinho, cadenciando, isso, vai, isso,
devagar, encosta, pode encostar, isto, sente, sente, está sentindo? É? Ai,
ai... MORRI.
Piegas?
Vai porra, deixa de frescura! Macho que é macho não tem
destas coisas não. Meu Deus do Céu! Como isto é possível? Com tanto homem na
vida, eu fui me apaixonar logo por um piegas. Cara, você tem noção do que você
está me negando? Ah... como assim? Para, para, para antes que eu saia correndo
daqui e nunca mais volte. Estou falando sério. Rapaz, como assim? Não pode ser. Ah, você não quer? Não curte?
Te dão coisas? Sabe quantos gostariam de fazer isto? Sabe quantos já fizeram?
Pois bem, te conto: NENHUM. Isto mesmo. É, mas o senhor não quer. Tem “nojinho”?
Para com isto. Anda cara. Vai tentar? Sério? Posso então? Sem frescurinha? Eu
te amo! Sério, adoro quando você rompe barreiras. Qual a visão que você tem
agora? Nossa... tão gostoso como imaginava. Isto, agora passa do ladinho. Ai
meu Deus! Não, não é pecado lembrar dele agora. Vai! Vai! Isto... Sim, estou
relaxada. Vai devagarzinho. Isto... Vai... Ta doendo... Não para... Vai... Acho
que to chegando lá... Sente-oele pulsando... Caralho, como é gostoso...
Pu-ta-que-pa-riu, estou gozando. Olha como ela ta molhadinha. Tenta por o
dedinho. Ela está pulsando também? Sente ele te apertando... Cara, você é
gostoso demais. Sim... Dentro, please! Nossa!, você está me matando. To lotada
de você. Vem cá seu filho da puta, me beije. Também te amo...
O gosto do rabo
Três da manhã, o taxi chega, ela sai pelo corredor, entra no
elevador, desce até a portaria, olha para cima e dá um sorriso de quem cumpriu a
obrigação. No apogeu do teu corpo de me-ni-na-mo-ça-mu-lher-lo-ba, deliciava-se
do sexo como poucas. No meio das pernas, o gozo de instantes atrás escorria e
exalava o cheiro do sexo. Passa pelo portão, sacode os cabelos e com o olhar fixado
na janela do dé-ci-mo-quin-to-an-dar, fica esperançosa em não ver a face do
outro extasiado, certa de que aquele ainda estaria escornado se contorcendo
teso. Caminha até a porta do táxi, abre, assenta e sente: “Cafajeste,
finalmente conseguiu comer meu rabo”. Numa mistura de êxtase e dor, sorri e
ordena o caminho.
Põe na bocetinha
Põe na bocetinha, vai... coloca lá, que aí já está doendo! – Ela gritava e rebolava enquanto o outro comia a companheira de quarto.
Tudo começou sem muita expectativa. Estavam as duas em um boteco em Santa Tereza. Sozinhas. Moravam em uma republica ali por perto. Dividiam o mesmo apartamento há mais de ano. Recatadas, vindo da mesma cidade do interior, se aventuravam de quando em vez em algumas saídas durante a noite.
Assentadas na calçada, escutavam uma bela voz e um violão. Já passavam do quinto chope, quando ele apareceu. Com gracejos e piadinhas infames, foi conquistando as moçoilas. Aos poucos. E não precisou chegarem ao oitavo chope para que ele conseguisse arrastá-las para um motel na região.
Tudo muito rápido, pois o gaiato sabia que se demorassem muito a chegar em um quarto, elas desistiriam. Já observava as duas desde quando elas chegaram ao bar. Da rua Mármore até a Avenida do Contorno era um pulo. Parou o carro no estacionamento e foi subindo o escadão com as duas. Elas retraídas, nunca haviam topado algo desta maneira. Mas a desculpa do momento era o álcool. Porta trancada, um rádio ligado, assentadas na cama, ele na cadeira. Sorriso sem graça, das duas, sem saberem o que fazer.
Não tendo nem um pouco de timidez, abriu a calça e apresentou o membro a elas. Pediu que deixassem de serem “maleducadas”. “Quem vai dar um beijinho no meu pau?”. Pronto... acabou a timidez. Eram duas bocas sorvendo ferozmente aquela vara. Depois de alguns minutos de dupla chupação, levantou-se, mandou que as duas tirassem as roupas.
Enquanto sugava todo o mel da buceta de uma, a outra cavalgava em seu cacete. Trocaram várias vezes. Uma gozava, já trocavam a posição. E o gaiato lá, aproveitando a situação. Depois de várias trocas, ordenou que as duas ficassem de quatro, uma de frente para a outra, em cima da cama. A altura da cama era boa, propicia a penetrá-las de quatro.
Afastou-se da cama e ficou vendo aquele quadro. Duas moças, lindas e gostosas, uma de frente para outra. O beijo entre as duas já acontecia fácil, e ele, de pau duro, ficava observando a cena. Caminhou até a mais gostosa, abriu-lhe a bunda, deu uma única e volumosa cusparada no cuzinho da danada, que soltou um gemido, e enfiou tudo de uma vez só. Sem dó. E, para sua surpresa, o bicho entrou liso. Sem barreiras. E ela, sem perder tempo, ordenou a outra que lhe servisse a boceta enquanto levava as pistoladas no cu. As duas gozaram! Uma pelo cu e a outra pela boceta. Trocaram novamente.
A mais magrinha, agora, ofereceu o rabo ao gatuno. Via-se claramente o temor em seus olhos. O anelzinho rosado demonstrava claramente o sinal da virgindade. Com aquela visão o pau ficou mais grosso. A sensação de arrombar um cu pela primeira vez lhe dava mais tesão. Começou a sorver o rabo, passou a língua várias vezes no anelzinho massageando. Enquanto isto a menina gemia de tesão, a boceta escorria o gozo, e a outra mamava no cacete do garotão. Tudo pronto. Ele com o mastro na mão, a amiga a separar as nádegas abrindo passagem para o cacete e ela de olhos fechados, esperando o arrombamento.
Meteu sem dó!, ela urrava de dor e prazer, rebolava desesperadamente com o intuito de aumentar o tesão e se livrar da pistola. O sangue escorria no rabo, e ele, sem pena alguma, continuava mesmo depois de gozar. Ela não suportava mais e gritou que ia desmaiar. A amiga vendo aquilo tudo foi ao seu socorro: “Põe na bocetinha, vai... coloca lá, que aí já está doendo!”
Tudo começou sem muita expectativa. Estavam as duas em um boteco em Santa Tereza. Sozinhas. Moravam em uma republica ali por perto. Dividiam o mesmo apartamento há mais de ano. Recatadas, vindo da mesma cidade do interior, se aventuravam de quando em vez em algumas saídas durante a noite.
Assentadas na calçada, escutavam uma bela voz e um violão. Já passavam do quinto chope, quando ele apareceu. Com gracejos e piadinhas infames, foi conquistando as moçoilas. Aos poucos. E não precisou chegarem ao oitavo chope para que ele conseguisse arrastá-las para um motel na região.
Tudo muito rápido, pois o gaiato sabia que se demorassem muito a chegar em um quarto, elas desistiriam. Já observava as duas desde quando elas chegaram ao bar. Da rua Mármore até a Avenida do Contorno era um pulo. Parou o carro no estacionamento e foi subindo o escadão com as duas. Elas retraídas, nunca haviam topado algo desta maneira. Mas a desculpa do momento era o álcool. Porta trancada, um rádio ligado, assentadas na cama, ele na cadeira. Sorriso sem graça, das duas, sem saberem o que fazer.
Não tendo nem um pouco de timidez, abriu a calça e apresentou o membro a elas. Pediu que deixassem de serem “maleducadas”. “Quem vai dar um beijinho no meu pau?”. Pronto... acabou a timidez. Eram duas bocas sorvendo ferozmente aquela vara. Depois de alguns minutos de dupla chupação, levantou-se, mandou que as duas tirassem as roupas.
Enquanto sugava todo o mel da buceta de uma, a outra cavalgava em seu cacete. Trocaram várias vezes. Uma gozava, já trocavam a posição. E o gaiato lá, aproveitando a situação. Depois de várias trocas, ordenou que as duas ficassem de quatro, uma de frente para a outra, em cima da cama. A altura da cama era boa, propicia a penetrá-las de quatro.
Afastou-se da cama e ficou vendo aquele quadro. Duas moças, lindas e gostosas, uma de frente para outra. O beijo entre as duas já acontecia fácil, e ele, de pau duro, ficava observando a cena. Caminhou até a mais gostosa, abriu-lhe a bunda, deu uma única e volumosa cusparada no cuzinho da danada, que soltou um gemido, e enfiou tudo de uma vez só. Sem dó. E, para sua surpresa, o bicho entrou liso. Sem barreiras. E ela, sem perder tempo, ordenou a outra que lhe servisse a boceta enquanto levava as pistoladas no cu. As duas gozaram! Uma pelo cu e a outra pela boceta. Trocaram novamente.
A mais magrinha, agora, ofereceu o rabo ao gatuno. Via-se claramente o temor em seus olhos. O anelzinho rosado demonstrava claramente o sinal da virgindade. Com aquela visão o pau ficou mais grosso. A sensação de arrombar um cu pela primeira vez lhe dava mais tesão. Começou a sorver o rabo, passou a língua várias vezes no anelzinho massageando. Enquanto isto a menina gemia de tesão, a boceta escorria o gozo, e a outra mamava no cacete do garotão. Tudo pronto. Ele com o mastro na mão, a amiga a separar as nádegas abrindo passagem para o cacete e ela de olhos fechados, esperando o arrombamento.
Meteu sem dó!, ela urrava de dor e prazer, rebolava desesperadamente com o intuito de aumentar o tesão e se livrar da pistola. O sangue escorria no rabo, e ele, sem pena alguma, continuava mesmo depois de gozar. Ela não suportava mais e gritou que ia desmaiar. A amiga vendo aquilo tudo foi ao seu socorro: “Põe na bocetinha, vai... coloca lá, que aí já está doendo!”
Poeticamente comida
Ela chegou chutando a porta. Exigia uma trepada.
- Mas como assim? Perguntou ele assustado com a tal exigência. As explicações foram cansativas. Ele, sem muito argumento, acabou aceitando.
E lá se foram. Nus para o quarto no fim do corredor. Ela sorrindo. Ele sem saber ao certo o que dizer. Afinal, ela só queria meter. Mas meter de forma diferente, como ela mesma disse, poeticamente.
- É assim mesmo que você vai querer? – indagou.
- Exatamente deste jeito! – respondeu.
- Você quer o poeta? Então me mostra esta buceta aberta.
E ela começou a abrir as pernas e a mostrar a vulva totalmente escangalhada.
- Agora vem aqui... vem chupar, porque preciso de inspiração para rimar.
Ela num movimento rápido engoliu todo o seu cacete e começou a chupá-lo. Ele ficava delirando com a chupada mais gostosa de sua vida.
- Isso, sua vadia, chupa sem parar, dessa maneira que eu vou te amar.
Ela sorvia com mais força.
- Não para de chupar, que logo vou gozar.
Dá um tapa no rosto da mulher e a coloca de quatro pra ele.
- Vai safada, abre sua bunda, numa única pistolada, vou rasgar sua bunda!
Ela força as nádegas para o lado, e ele num único movimento meteu o pinto para dentro. Um urro enorme foi escutado na casa. E ele sem dó rasgou o cu da menina. Depois de algum tempo de rimas pobres e podres, fluídos expelidos e orgasmos gratuitos, deitaram na cama e começaram a rir.
- Sabia que você é um péssimo poeta? – ela pergunta com grande sorriso estampado no rosto.
- Eu nunca prometi nada maravilhoso, mas fiz o que dava. Afinal vendo você nua perco toda a estribeira – retrucou.
Depois de um beijo longo e sereno, dormiram o sono dos anjos.
- Mas como assim? Perguntou ele assustado com a tal exigência. As explicações foram cansativas. Ele, sem muito argumento, acabou aceitando.
E lá se foram. Nus para o quarto no fim do corredor. Ela sorrindo. Ele sem saber ao certo o que dizer. Afinal, ela só queria meter. Mas meter de forma diferente, como ela mesma disse, poeticamente.
- É assim mesmo que você vai querer? – indagou.
- Exatamente deste jeito! – respondeu.
- Você quer o poeta? Então me mostra esta buceta aberta.
E ela começou a abrir as pernas e a mostrar a vulva totalmente escangalhada.
- Agora vem aqui... vem chupar, porque preciso de inspiração para rimar.
Ela num movimento rápido engoliu todo o seu cacete e começou a chupá-lo. Ele ficava delirando com a chupada mais gostosa de sua vida.
- Isso, sua vadia, chupa sem parar, dessa maneira que eu vou te amar.
Ela sorvia com mais força.
- Não para de chupar, que logo vou gozar.
Dá um tapa no rosto da mulher e a coloca de quatro pra ele.
- Vai safada, abre sua bunda, numa única pistolada, vou rasgar sua bunda!
Ela força as nádegas para o lado, e ele num único movimento meteu o pinto para dentro. Um urro enorme foi escutado na casa. E ele sem dó rasgou o cu da menina. Depois de algum tempo de rimas pobres e podres, fluídos expelidos e orgasmos gratuitos, deitaram na cama e começaram a rir.
- Sabia que você é um péssimo poeta? – ela pergunta com grande sorriso estampado no rosto.
- Eu nunca prometi nada maravilhoso, mas fiz o que dava. Afinal vendo você nua perco toda a estribeira – retrucou.
Depois de um beijo longo e sereno, dormiram o sono dos anjos.
Vida triste era a dele
Ela realmente abusava. Ele até que aceitava aquilo tudo na maior naturalidade.
No início era tranqüilo. Aquele sexozinho saboroso, maior romântico. Mas com o tempo as coisas foram esquentando. Os carinhos viraram tapas, os beijos mordidas profundas, o sexozinho gostoso numa intensa e gostosa, e porque não uma dolorosa trepada.
Ela realmente abusava dele.
A primeira vez que tudo aconteceu, o obrigou a lamber-lhe a buceta toda peluda e suja da urina que acabará de expelir. Na segunda vez o obrigou a penetrar os quatro dedos em sua xana, ainda apertada, enquanto ela sugava seu membro até levá-lo ao tão extasiante gozo. Outra vez ofereceu-lhe o cuzinho e ele foi obrigado mais uma vez a dar-lhe o prazer que ela tanto queria. Arrombou-lhe a porta do fundo ainda lacrada.
Vida triste era a dele.
No início era tranqüilo. Aquele sexozinho saboroso, maior romântico. Mas com o tempo as coisas foram esquentando. Os carinhos viraram tapas, os beijos mordidas profundas, o sexozinho gostoso numa intensa e gostosa, e porque não uma dolorosa trepada.
Ela realmente abusava dele.
A primeira vez que tudo aconteceu, o obrigou a lamber-lhe a buceta toda peluda e suja da urina que acabará de expelir. Na segunda vez o obrigou a penetrar os quatro dedos em sua xana, ainda apertada, enquanto ela sugava seu membro até levá-lo ao tão extasiante gozo. Outra vez ofereceu-lhe o cuzinho e ele foi obrigado mais uma vez a dar-lhe o prazer que ela tanto queria. Arrombou-lhe a porta do fundo ainda lacrada.
Vida triste era a dele.
Viúva negra
Confesso! Sou louco pelo teu corpo. Apaixonado pelos seus seios. Perdido pela promiscuidade da sua buceta. Amo me emaranhar entre suas pernas. Sonho em ser imobilizado pelos seus braços e ficar ao menos duas horas entre eles defronte aos teus lábios, e assim, morrer de asfixia durante um longo e delicioso beijo. Que seja o beijo da morte, mas pra mim, ele traz vida.
Durante este beijo meu mastro irá finalmente alcançar seu corpo. E num roçar louco e frenético o ápice do meu tão egoísta tesão chegará. Lambuzarei-te com o meu último caldo. E você ficará marcada para sempre. Sempre que olhares para teu corpo lembrará-se de mim.
No último momento de vida lembrarei á você: “Diga que já não me quer, Negue que me pertenceu, Que eu mostro a boca molhada, E ainda marcada, Pelo beijo seu”
O beijo. A marca. A morte.
Durante este beijo meu mastro irá finalmente alcançar seu corpo. E num roçar louco e frenético o ápice do meu tão egoísta tesão chegará. Lambuzarei-te com o meu último caldo. E você ficará marcada para sempre. Sempre que olhares para teu corpo lembrará-se de mim.
No último momento de vida lembrarei á você: “Diga que já não me quer, Negue que me pertenceu, Que eu mostro a boca molhada, E ainda marcada, Pelo beijo seu”
O beijo. A marca. A morte.
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