Poeticamente comida

Ela chegou chutando a porta. Exigia uma trepada.

- Mas como assim? Perguntou ele assustado com a tal exigência. As explicações foram cansativas. Ele, sem muito argumento, acabou aceitando.

E lá se foram. Nus para o quarto no fim do corredor. Ela sorrindo. Ele sem saber ao certo o que dizer. Afinal, ela só queria meter. Mas meter de forma diferente, como ela mesma disse, poeticamente.

- É assim mesmo que você vai querer? – indagou.

- Exatamente deste jeito! – respondeu.

- Você quer o poeta? Então me mostra esta buceta aberta.

E ela começou a abrir as pernas e a mostrar a vulva totalmente escangalhada.

- Agora vem aqui... vem chupar, porque preciso de inspiração para rimar.

Ela num movimento rápido engoliu todo o seu cacete e começou a chupá-lo. Ele ficava delirando com a chupada mais gostosa de sua vida.

- Isso, sua vadia, chupa sem parar, dessa maneira que eu vou te amar.

Ela sorvia com mais força.

- Não para de chupar, que logo vou gozar.

Dá um tapa no rosto da mulher e a coloca de quatro pra ele.

- Vai safada, abre sua bunda, numa única pistolada, vou rasgar sua bunda!

Ela força as nádegas para o lado, e ele num único movimento meteu o pinto para dentro. Um urro enorme foi escutado na casa. E ele sem dó rasgou o cu da menina. Depois de algum tempo de rimas pobres e podres, fluídos expelidos e orgasmos gratuitos, deitaram na cama e começaram a rir.

- Sabia que você é um péssimo poeta? – ela pergunta com grande sorriso estampado no rosto.

- Eu nunca prometi nada maravilhoso, mas fiz o que dava. Afinal vendo você nua perco toda a estribeira – retrucou.

Depois de um beijo longo e sereno, dormiram o sono dos anjos.

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