Grosso calibre

A pica grossa entra buceta adentro, e ela lá, nem reclamando. Só aproveitando o grosso calibre da benga que a estocava. Com o rosto escondido no travesseiro, fazia caras e bocas que qualquer homem gostaria de ver. Mas ela decidirá que nunca mais mostraria o prazer que estava sentindo no momento do coito. Sempre que inventava de dar, levantava a bunda grande e oferecia aquele belo trazeiro.

- No cuzinho não pode. A bucetinha você pode fuder à vontade – dizia sempre ao amante daquele momento.

Muitos não entendiam, já outros amavam ver aquele rabo enorme a sua inteira disposição.

A coisa era fácil, com qualquer cantada barata você tinha direito ao passaporte da alegria carnal. O rabo enorme a sua frente, a buceta ainda fechadinha, e o cuzinho ainda virgem. Fechadinho, mais tão fechadinho que dava até mais tesão em ficar vendo ele a piscar no momento do gozo.

- Vai cachorro, come meu rabinho... come... mete forte... cachorro!

A piroca entrando e ela lá rebolando e sentindo sua buceta dilatar. Em algum ponto o cuzinho começava a piscar. Era a senha... gozou.

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