Segunda pela manhã...
A chuva da madrugada esfriou todo o quarto, trazendo a falta do corpo quente.
Ela vira para um lado, vira para o outro e não encontra o corpo do seu amado...
Mais uma vez ele viajou, e o frio comia seu corpo de maneira contundente.
Inflou o peito com o mais longo suspiro que lembrava existir... fechou os olhos... virou para o lado... começou a roçar os dedos no púbis... a sonolência veio ao invés do êxtase.
Dormiu novamente.
Seu súdito
O interfone toca… vou até a cozinha e atendo;
- Oi?
- Oi, sou eu! Posso subir?
- Claro...
Libero a entrada da portaria... deixo a porta destrancada... e fico aguardando.
Escuto os passos vindo da escadaria... sinto a maçaneta a girar... a porta rangi...
Deparo-me com ela novamente... o coração acelera, o mastro automaticamente endurece. Desta vez ela abusou, apareceu com um sobretudo preto sobre uma sandália Luiz XV.
O cabelo longo e loiro fazia um lindo contraste com a cor negra daquela peça de roupa.
O perfume que exalava preenchia todo o ambiente, minha casa em um instante se transformou em céu, afinal, aquele pedaço de mulher me remetia àquelas imagens de anjinhos vendidas em casas de materiais religiosos.
Ela sim, era a minha religião. Queria adorá-la, venera-la e ser sempre seu súdito.
Ela sorriu... abriu a boca e preencheu agora o ambiente com seu hálito doce e pecaminoso.
- Isto tudo é pra você!
De supetão ela me abre o invólucro negro que insistia em esconder uma grande parte da sua beleza perfeita, tão perfeita que tenho certeza que tudo aquilo foi moldado com muito amor e paciência.
Seus seios brancos... firmes... suculentos... saltaram para fora, ficando em evidência. Maior evidência era o que eles queriam, queriam se sorvidos pela minha boca.
Suas coxas protegiam o seu triângulo da felicidade totalmente desprovido de pêlos.
Minha boca salivava cada vez mais...
Seus pezinhos, objeto de meu fetiche inicial, estavam deliciosamente com as unhas pintadas de branco. Trazendo a tona cada vez mais a figura angelical.
- Você não vai vir pegar seu presente?
Como um coiote que acaba de alcançar sua presa, fui caminhando vagarosamente para perto dela. A peguei pela mão e fomos em direção ao quarto. Acabei de retirar seu manto deixando todo aquele corpo divino à mostra. Comecei a minha oração do dedinho do pé até o ultimo fio de cabelo divinamente perfumado.
Sorvei sem pressa, com vontade, com toda dignidade que uma deusa merece. Seus mamilos mostravam o tão teso ela estava, seu triângulo da felicidade já estava encharcado com seu gozo, com minha saliva, com nosso tesão.
Perdendo-me em seus beijos e caricias, fui puxado aos poucos para dentro de seu quadril. Meu mastro que não se cabia de tanta vontade, encontrou o caminho do céu.
Era um sonho... ela ali... a minha disposição...
Sonhamos... usamos... sentimos... gozamos... dormimos...
A leveza preencheu aquele quarto. O ócio acomodou-se em nós.
O amor foi concretizado
- Oi?
- Oi, sou eu! Posso subir?
- Claro...
Libero a entrada da portaria... deixo a porta destrancada... e fico aguardando.
Escuto os passos vindo da escadaria... sinto a maçaneta a girar... a porta rangi...
Deparo-me com ela novamente... o coração acelera, o mastro automaticamente endurece. Desta vez ela abusou, apareceu com um sobretudo preto sobre uma sandália Luiz XV.
O cabelo longo e loiro fazia um lindo contraste com a cor negra daquela peça de roupa.
O perfume que exalava preenchia todo o ambiente, minha casa em um instante se transformou em céu, afinal, aquele pedaço de mulher me remetia àquelas imagens de anjinhos vendidas em casas de materiais religiosos.
Ela sim, era a minha religião. Queria adorá-la, venera-la e ser sempre seu súdito.
Ela sorriu... abriu a boca e preencheu agora o ambiente com seu hálito doce e pecaminoso.
- Isto tudo é pra você!
De supetão ela me abre o invólucro negro que insistia em esconder uma grande parte da sua beleza perfeita, tão perfeita que tenho certeza que tudo aquilo foi moldado com muito amor e paciência.
Seus seios brancos... firmes... suculentos... saltaram para fora, ficando em evidência. Maior evidência era o que eles queriam, queriam se sorvidos pela minha boca.
Suas coxas protegiam o seu triângulo da felicidade totalmente desprovido de pêlos.
Minha boca salivava cada vez mais...
Seus pezinhos, objeto de meu fetiche inicial, estavam deliciosamente com as unhas pintadas de branco. Trazendo a tona cada vez mais a figura angelical.
- Você não vai vir pegar seu presente?
Como um coiote que acaba de alcançar sua presa, fui caminhando vagarosamente para perto dela. A peguei pela mão e fomos em direção ao quarto. Acabei de retirar seu manto deixando todo aquele corpo divino à mostra. Comecei a minha oração do dedinho do pé até o ultimo fio de cabelo divinamente perfumado.
Sorvei sem pressa, com vontade, com toda dignidade que uma deusa merece. Seus mamilos mostravam o tão teso ela estava, seu triângulo da felicidade já estava encharcado com seu gozo, com minha saliva, com nosso tesão.
Perdendo-me em seus beijos e caricias, fui puxado aos poucos para dentro de seu quadril. Meu mastro que não se cabia de tanta vontade, encontrou o caminho do céu.
Era um sonho... ela ali... a minha disposição...
Sonhamos... usamos... sentimos... gozamos... dormimos...
A leveza preencheu aquele quarto. O ócio acomodou-se em nós.
O amor foi concretizado
Ménage á trois
As duas contra ele... ele contra as duas... as duas somadas a ele...
As duas com ele!
Calor, felação, tesos, gozos!
As duas...
Ele...
Os três!
As duas com ele!
Calor, felação, tesos, gozos!
As duas...
Ele...
Os três!
Matar a vontade
Finalmente o namorado chegou. E ela não pensou duas vezes antes de chamá-lo para dormir em casa.
Juntinhos pela manhã, corpos colados, suor escorrendo naquela manhã tão quente.
E ela, lembrando o tempo que ficara masturbando... pensando no seu amado... lendo a coluna "Esquentando a Relação".
Aquelas lembranças lhe trazem uma grande ânsia.
Vira pro lado e vê o namorado dormindo... não pensa duas vezes, cai de boca em seu mastro ainda desfalecido, esperando que seu brinquedo preferido volte a ser aquela clava dos homens das cavernas... dura, grossa e calejada.
O gozo escorre pela sua boca, entre suas pernas... o calor é infernal... o prazer e imensurável...
A clava ainda enrijecida adentra-se pelo seu corpo trazendo um imenso prazer...
O gozo escorre pelas pernas... o gozo escorre pelo mastro... o gozo preenche a manhã...
Juntinhos pela manhã, corpos colados, suor escorrendo naquela manhã tão quente.
E ela, lembrando o tempo que ficara masturbando... pensando no seu amado... lendo a coluna "Esquentando a Relação".
Aquelas lembranças lhe trazem uma grande ânsia.
Vira pro lado e vê o namorado dormindo... não pensa duas vezes, cai de boca em seu mastro ainda desfalecido, esperando que seu brinquedo preferido volte a ser aquela clava dos homens das cavernas... dura, grossa e calejada.
O gozo escorre pela sua boca, entre suas pernas... o calor é infernal... o prazer e imensurável...
A clava ainda enrijecida adentra-se pelo seu corpo trazendo um imenso prazer...
O gozo escorre pelas pernas... o gozo escorre pelo mastro... o gozo preenche a manhã...
Desconexo
Na mais perfeita sintonia, ela o masturbava enquanto ele mamava suas deliciosas tetas.
Aquilo sim era uma delícia.
Suas tetas enormes lhe preenchiam perfeitamente a boca.
Sorvia aqueles seios de maneira prazerosa e apaixonante.
Ela por sua vez, trabalha seu mastro de maneira louca e desconexa.
Não tinha tanta maldade com a coisa.
Mas aquilo o satisfazia.
Dentro do carro, apertado, eram beijos, amassos, tetas e masturbação.
Aquilo sim era uma delícia.
Suas tetas enormes lhe preenchiam perfeitamente a boca.
Sorvia aqueles seios de maneira prazerosa e apaixonante.
Ela por sua vez, trabalha seu mastro de maneira louca e desconexa.
Não tinha tanta maldade com a coisa.
Mas aquilo o satisfazia.
Dentro do carro, apertado, eram beijos, amassos, tetas e masturbação.
Pela manhã
O sol entra pela janela e vem aquecer minha pele.
Antes disto, porém, alguém já está acordada e olhando para o meu corpo desnudo sobre a cama.
Olho diretamente para seus olhos azuis e esboço um sorriso.
De imediato ganho vários beijos no rosto.
Levanto, tomo banho e finalmente vamos tomar café juntos.
Outros beijos antes de sair para o trabalho são oferecidos por ela e prontamente aceitos por mim.
Viver com ela é assim, sempre com carinho, mas às vezes rola umas mordidas.
Antes disto, porém, alguém já está acordada e olhando para o meu corpo desnudo sobre a cama.
Olho diretamente para seus olhos azuis e esboço um sorriso.
De imediato ganho vários beijos no rosto.
Levanto, tomo banho e finalmente vamos tomar café juntos.
Outros beijos antes de sair para o trabalho são oferecidos por ela e prontamente aceitos por mim.
Viver com ela é assim, sempre com carinho, mas às vezes rola umas mordidas.
A outra
Como um raio que corta o céu ela entra em casa e começa a esbravejar:
- Filho da puta, filho da puta, filho da puta...
Estas são as únicas palavras que ela consegue dizer ao ver seu homem mais uma vez na cama com outra mulher.
Atônita a tudo, a outra se levanta olha para ela e da um sorriso adocicado.
Veste a roupa da um beijo de despedida em seu ”amor” e sai pela porta, esbanjando sensualidade e gozo.
- Filho da puta, filho da puta, filho da puta...
Ela continuava a gritar, ele como um grandioso filho da puta vestiu a cueca, coçou a bunda e a mandou trazer uma cerveja.
Com a cerveja em mãos e olhando aquela mulher gritando, jogou a fêmea enraivecida na cama e começou a felação.
- Filho da puta, filho da puta, filho da puta... ohhhhhh!!!!
- Filho da puta, filho da puta, filho da puta...
Estas são as únicas palavras que ela consegue dizer ao ver seu homem mais uma vez na cama com outra mulher.
Atônita a tudo, a outra se levanta olha para ela e da um sorriso adocicado.
Veste a roupa da um beijo de despedida em seu ”amor” e sai pela porta, esbanjando sensualidade e gozo.
- Filho da puta, filho da puta, filho da puta...
Ela continuava a gritar, ele como um grandioso filho da puta vestiu a cueca, coçou a bunda e a mandou trazer uma cerveja.
Com a cerveja em mãos e olhando aquela mulher gritando, jogou a fêmea enraivecida na cama e começou a felação.
- Filho da puta, filho da puta, filho da puta... ohhhhhh!!!!
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