Ela está ali, encostada no quarto do canto ou seria no canto do quarto? Não sei... da minha janela não dava para ter uma visão perfeita daquele quadro. Ali sozinha. Com a calcinha de renda na mão, o sutiã meia-taça a altura do abdômen e os cabelos loiros atrapalhados. Notei que em frente a casa havia estacionado o mesmo carro de todos os dias. Encostado nele um homem fumando o seu cigarro.
Entre ficar reparando um homem fumando e uma mulher nua, não pensei duas vezes. Voltei meus olhos ao quarto. Ela já havia se livrado das peças intimas e estava jogada à cama. Os cabelos continuavam esvoaçados. Com um instrumento transparente, ela de pernas abertas, esboçava sorrisos maliciosos. Minha benga respondeu no mesmo instante, no momento que meus olhos viram tal cena.
Sem fazer cerimônias ela penetrava aquele artefato do prazer em sua buceta. Fazia o danado entrar até o talo. E quanto mais fundo ele chegava maior era o sorriso. Quanto o maior o sorriso, enorme era o meu tesão.
Fiquei ali espiando com a esperança de a loira louca me enxergar pela janela e chamar-me para completar o serviço. Agora ela além de brincar com a benga de cristal, ficava alisando os seios com a outra mão. E eu ali, olhando aquilo tudo com a boca cheia d’água.
Ouvi um barulho estrondoso. Parecia com o de um portão sendo fechado. Olhei novamente em direção à rua e notei que o homem já não estava mais ali. Onde será que foi o cidadão? Fiquei inquieto com o desaparecimento do sujeito.
Não perdi muito tempo com esta preocupação, voltei os olhos para a loira na cama.
Grande foi meu espanto quando voltei às atenções para o quarto da mulher. Ela de pernas abertas e aproveitando a pica do senhor fumante. Com a pica do rapaz toda em sua boca e enfiando freneticamente o consolo na sua vulva e ele ali... só fumando.
Visão dos infernos - pensei. Puto com a situação fechei a janela.
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