A única

Com o corpo moldado pelo espartilho, ela chega em grande estilo no salão de festas.
Todos os homens do recinto ficam em alerta, afinal, o prato principal era ela naquela noite. As mulheres cochichavam entre si e esperavam o momento certo para atacá-la.

Passando por entre os convidados foi demonstrando o porquê do valor gigantesco da entrada. Coxas firmes, seios enormes, boca carnuda. A pele branca sem marcas.

Deitou-se na mesa principal, que de antemão foi coberta por uma fina espuma e lençol de cetim.

Iniciou-se o sorteio das senhas. A degustação da fêmea, ali presente de presente, foi iniciada.

Caralhos, vaginas, dedos, consolos e línguas. Tudo isto era oferecido a ela que sem refugar em momento algum, os aceitava com um doce olhar de sacanagem.

Após quatro horas de pura felação e penetração ela é colocada novamente de pé e sai pelo meio do salão central, com a certeza de ter executado seu papel com a mais perfeita exatidão e devoção.

A deusa ia embora. Os súditos se despediam.

Finalizava assim, aquela noite de orgia com uma mulher só.

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