Debaixo do poste à meia luz, ela se contorcia de prazer. Finalmente depois de uma longa saga ela começou a descobrir o amor no sexo.
Enquanto ele a levava ao sétimo céu, ela se lembrava das cartas que já havia lido. Amigas virtuais que descreviam aquele momento único em sua vida até aquele momento.
Dois corpos soltos no prazer do amor, aproveitando cada pedaço do sexo do outro. Transformavam-se em apenas um. Não sentia diferença entre ele e ela. Eram únicos, exatos, castos e impuros.
À medida que sentia o sexo, aumentava a cumplicidade. Não sentia mais seus pés, suas mãos, sua boca ou até mesmo seu nariz. Agora ela era ele. Ele era ela.
Ali, logo ali, debaixo de um poste à meia luz.
O sétimo céu chegando, e ela se entregando a outro sob um poste à meia luz.
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