Sonolência

Segunda pela manhã...
A chuva da madrugada esfriou todo o quarto, trazendo a falta do corpo quente.
Ela vira para um lado, vira para o outro e não encontra o corpo do seu amado...
Mais uma vez ele viajou, e o frio comia seu corpo de maneira contundente.

Inflou o peito com o mais longo suspiro que lembrava existir... fechou os olhos... virou para o lado... começou a roçar os dedos no púbis... a sonolência veio ao invés do êxtase.

Dormiu novamente.

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